Na época de Buda Shakiamuni a iluminação era muito mais simples de ser atingida. As pessoas na Índia sequer usavam calçados, não precisavam memorizar tantas informações como atualmente somos bombardeados: senhas de banco, emails, redes sociais, tendências da moda, tecnologia, mídia, política, educação.
Algumas idéias aparentemente buscam ajudar ao homem em alcançar uma compreensão melhor do que o cerca.
“Somos todos um”. Ora, se delimitarmos que existe apenas um, do qual façamos parte, que tudo o que existe é a mesma coisa, acaba-se criando a noção de algo. Se existe um, existe o zero.
A real compreensão não é expressa por palavras. Pode-se falar ou escrever sobre ela. Mas apenas como um princípio, e não como uma conclusão.
Buda compreende os objetos como puros, porque a sua mente é pura. Erroneamente definem a meditação como não-pensar. Meditação não é isso. Apenas um Buda tem a mente pura, perfeita. Meditar é manter a mente em um objeto virtuoso, como a compaixão, ou a paciênca, por exemplo.
